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Pena & Tinta: Take a Sad Song and Make It Better


Para ler ouvindo: Hey Jude - Beatles


Eu estava em uma balada. Eu não queria estar em uma. A cacofonia de muitas pessoas no mesmo lugar e de corpos se batendo era demais pra mim, e a música alta, oh Deus! Não me leve a mal, música é uma parte inseparável de quem eu sou, mas não gosto muito quando parece que ela vai estourar meus tímpanos.
Beth tinha me arrastado até aqui, enquanto ela dançava eu ficava sentada em um dos sofás, olhando tediosamente para os corpos se mexendo na minha frente. De repente notei pelo canto de olho um cara sentando no sofá ao meu lado. Então, quando começou uma nova música e soou o inconfundível “Hey Jude” dos Beatles eu soltei um involuntário “Eu amo essa música.” Foi quando percebi que o cara ao meu lado disse exatamente a mesma coisa ao mesmo tempo. Me virei para ele e ele me olhou sorrindo. Um sorriso tão lindo e brilhante que aqueceu algo dentro de mim e não tive escolha a não ser retribuir.

Pena & Tinta: Uma Gaveta Cheia de Memórias


Eu estava saindo do quarto quando passei em frente a cômoda e repentinamente foi como se uma das gavetas me chamasse. Como se o sussurro dos objetos guardados lá dentro chegassem até mim, implorando para serem libertados. Foi como se as memórias contidas por aquelas placas de madeira insistissem em escapar entre as frestas e me tocarem, fazendo-me relembrar coisas que não fazem mais parte de quem eu sou.

Então eu não deveria abri-la, mas a passos lentos e hesitantes eu me dirigi até ela e acabei por abri-la. Um erro? Talvez. Mas quem sabe fosse exatamente o que eu precisava, ver quem um dia fui e o que fiz para conseguir, finalmente, descobrir quem sou hoje. Então, eu abri a gaveta e fui atingida por uma onda - não, um tsunami - de lembranças, recordações e pequenas coisas que um dia significaram um mundo para mim.

Pena & Tinta: O Tempo e o Amor pelas Décadas


O tempo é único e cheio de faces. Ele é tudo aquilo que as pessoas dizem que ele é, ele se molda e se adapta de acordo com as características que lhe são atribuídas. Horas, dias, meses, anos, décadas e séculos. Elas são medidas do tempo, foram a forma que os seres humanos encontraram de obter o mínimo controle sobre aquilo que não podem prever. Então, eles medem, compactam, classificam, categorizam para ter a ilusão que tem o mínimo controle sobre o que o tempo faz com suas vidas. 

Eu sou uma viajante do tempo, já presenciei o momento em que o próprio tempo nasceu e quando ele morreu. Sou uma mera espectadora do fluxo temporal, sua maior espectadora. Eu amo o tempo, mas sobretudo eu amo as décadas. Nunca fui muito fã das divisões temporais, mas, ah, as décadas. Exatos 10 anos de nossas vidas. Faltariam décadas para contar a minha idade, séculos seriam mais precisos. Entretanto, eu abomino os séculos, muito tempo, muitos acontecimentos, muitas lembranças perdidas enquanto tenta-se lembrar tudo. 100 anos é tempo demais para a mente humana, os pequenos detalhes, os pequenos grandes feitos que contribuem para o perfeito funcionamento temporal são esquecidos e perdidos com muita facilidade em séculos. 

Pena & Tinta: Qual a sua estação favorita?


Existem certas perguntas para as quais precisamos ter a resposta na ponta da língua. Como, por exemplo, qual a sua cor favorita? Que estilo de música é o seu preferido? Perguntas desse tipo são algo que representam algo pequeno, mas que para outra pessoa dizem muito sobre nossa personalidade. Então, sempre rola aquele embaraço ou desconfiança quando você não tem a resposta para uma dessas perguntas pré definidas que decidem o-que-alguém-vai-pensar-de-você

Eu não sei qual é a minha estação favorita. Ponto. E isso me incomoda muito porque quando pergunto para as pessoas ao meu redor qual a estação favorita delas, elas tem a resposta na ponta da língua. Já não basta ser a menina mais ou menos em tudo, eu ainda tenho que ser “a garota que não tem uma estação favorita”. Mas eu me incomodo com isso porquê as outras pessoas acham estranho ou porquê EU acho estranho? Bem...

Mais um daqueles textos motivacionais


“Você já olhou para o céu hoje?” pergunta uma personagem em determinado ponto do documentário Jogo de Cena. Essa frase ficou gravada em mim porque sempre apreciei o céu, aquele azul límpido, toda aquela imensidão diante de nós, mas que não assusta e sim reconforta e enche de paz. Então, agora eu pergunto: Você já olhou pro céu hoje? Ou fez algo que te fizesse transbordar de felicidade, mesmo que por um pequeno momento? 

O que eu quero dizer é: você viveu o dia de hoje, a semana ou o ano? Você se arriscou? Se importou um pouco menos com as críticas? Se preocupou menos com as aparências? Aproveitou o máximo possível cada momento com as pessoas que ama ou simplesmente apreciou aquela barra de chocolate? 

"Espero que quando a multidão gritar Eles gritem o seu nome Espero que se todo mundo correr Você escolha ficar"

Sobre noites mal dormidas


Tenho tido madrugadas difíceis ultimamente. Estou cansada, beirando a exaustão, naquele nível em que você não vê mais nada do que está a sua frente. Tudo embaçado e a única coisa que você consegue pensar é em quanto a sua cama é macia e seu travesseiro é gostoso de abraçar. Então você se rende e vai dormir, mas então a mágica do mal acontece: o sono, o cansaço, tudo se esvai - para onde não sei, sempre será um mistério para mim. Mas o importante é que ele se esvai e deixa no lugar um vazio horrível, um silêncio que é ensurdecedor no coração, mas um barulho horripilante e inquietante na mente. 

Project Unbreakable - The Art Of Healing por Grace Brown

Oi, pessoal! Tudo bem com vocês? 

Como a maioria de vocês deve ter ouvido/lido/assistido uma pesquisa divulgada no último dia 27 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que 58,5% dos entrevistados concordam totalmente (35,3%) ou parcialmente (23,2%) com a frase "Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros" e  que 65,1% concordam inteiramente (42,7%) ou parcialmente (22,4%) com a frase "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas". 

Bom, vocês devem concordar que esses dados são alarmantes e eu, particularmente fiquei estupefata com os resultados. Tal pesquisa gerou grande repercussão, principalmente nas redes sociais. E me senti no dever de me manifestar, e ainda trazer esse incrível projeto que prova que #NinguémMereceSerEstuprada. 

O Projeto Unbreakable é uma iniciativa da fotógrafa americana Grace Brown, que um dia se deu conta de que conhecia várias pessoas que foram abusadas sexualmente, então ela teve a ideia de fotografar as vítimas segurando um cartaz com uma frase marcante do agressor. O Projeto começou a ganhar visibilidade e hoje Grace recebe milhões de pedidos para fotografar, além de agradecimentos de pessoas que se sentiram incentivadas a compartilhar a sua dor. Acho que esse Projeto retrata de maneira simples a crueldade e dor a que essas pessoas foram submetidas. É um bom exemplo para esse momento vergonhoso que estamos vivendo!

Ninguém, independente de cor, raça, religião, idade, sexo ou ROUPA, merece sofrer com tal ato monstruoso. E, acima de tudo, ninguém é culpado por ser vítima, independente de comportamento ou o quer que seja. Ninguém pede por isso ou merece isso! Não vou me estender muito, acho que as imagens falam por si.

"O que temos é tão especial, que as outras pessoas não vão entender."

O ano só começa depois do carnaval?



Caramba, quanto já ouvi essa frase? Considerando meus dezoito anos, arrisco dizer que... há dezoito anos.
Bem, queridos leitores , hoje pensei em escrever algo para vocês e para mim. Sem sequer saber o que, na verdade.
Este é como uma daqueles textinhos esperançosos e motivacionais de início de ano, sabem? Acontece que agora não é exatamente o início do ano. Mas, tudo bem. Estou tentando me entender, espero que se entendam ou me entendam também.

Particularmente não gosto da ideia de um ano que só comece depois do carnaval. Como se as pessoas estivessem em estado de inércia durante dois meses, oi? Mas, imaginem vocês, minha triste reação ao constatar ser esta, minha exata situação. 
Sou adepta da ideia de que as pessoas podem e devem levar uma vida ativa e produtiva durante os 365 dias e 6 horas do ano. Vejam bem, da ideia. Basta chegar o período de férias que, com majestosa facilidade, caio no mais completo estado de estagnação e me entrego a passar meus dias comendo, lendo romances e pensando banalidades. Isso não é hipocrisia somente, é muita preguiça. E por este motivo (unido à outros) que meu ano começou vergonhosamente somente após o carnaval. 
Sim. Estou realmente atrasada em todos os meus "planos e metas" para o ano.

Mas, antes da avaliação dos estragos e da penitência pelo erro, convido-os a pensarem comigo (um convite aos que se identificam)... Por que deixamos que isso aconteça?
Penso em duas razões.
Porque estamos cobertos de preguiça e qualquer desculpa nos vale.
Ou porque nos falta paixão.

Primeiro: o ano já está aí, e muito bem começado, obrigado.
Sua vida é que está esperando a deixa. A resposta não está em você, mas está ao seu alcance... Descubra-a, apaixone-se e mova-se. É muito clichê, mas nada nos inspira e nos move como uma paixão. 
Apaixone-se por pessoas, livros, lugares, assuntos, línguas, comidas, por você mesmo. 
Uma paixão requer dedicação, e esta não suporta o comodismo.
Uma paixão toma-nos por inteiro de um modo a querer mais, pois o inteiro não está bem pronto.

Para 2014, decidi que não quero promessas, metas premeditadas, planos muito bem arquitetados. Hoje tudo é muito relativo, tudo muda, muito fica e muito vai.
Vou alimentar minha paixão pela escrita, leitura e pela Psicologia, ao menos para começar.
Em 2014 quero procurar e descobrir. Quero me apaixonar muito mais, rejeitar com firmeza o que não me faz bem e colecionar em meu coração aquilo que me atrai.

Ah, e sabem quando descobri isso?
Depois do carnaval...



Cuide do seu cérebro!

Puxa! Que vida corrida, louca, atropelada, puxada...!
Estamos em um constante movimento para correr atrás do que julgamos TÃO necessário! Mas... Nós realmente sabemos o que é necessário? Ou vivemos na busca incessante do que, supostamente, sacia nossos desejos, talvez supérfluos, necessários ao corpo mas desnecessários à mente?
Me pergunto, te pergunto, sabias você que a tua saúde precisa tanto de ti quanto tu precisas dela?
Nesse corre-corre, vai-e-vem, precisamos ter um cérebro saudável e ativo! E, claro, um corpo forte e bem lindo.
Para tanto, dê uma paradinha no seu universo agitado, e reserve somente alguns minutinhos para ler essas dicas que separei com carinho e cuidado, afim de ajudar a quem se disponibilizar :)
Se quiser melhorar sua qualidade de vida física, intelectual, e de relacionamentos, eu sugiro que você:

Durma bem.
Tenha um sono saudável! Dormir aumenta a capacidade intelectual, a memória, a concentração, sem falar no bom humor. É recomendado que se durma de 7 a 8 horas por dia, mas essa quantidade pode variar para cada pessoa. Lembre-se de que o ambiente para o descanso, além de confortável, deve ser calmo, sem muito barulho e sem muita iluminação. A glândula Pineal do sistema endócrino é responsável pela produção de melatonina, o hormônio que induz ao sono, mas este só é produzido se não houver nenhuma fonte de luz, aroma ou barulho. 

Se alimente bem.
Procure manter uma dieta balanceada e que contenha de todos os tipos de frutas, proteínas, fibras e carboidratos. Faça todas as refeições: não tomar café da manhã gera falta de nutrientes no cérebro. Não coma demais! Isso causa endurecimento das artérias do cérebro e, consequentemente, baixa capacidade mental. Não consuma altas quantidades de açúcar. E modere na bebida! Beber demais a noite não melhora a qualidade do sono, além disso para os alcoólatras os excessos podem levar a lesões cerebrais.

30 Dicas Para Escrever Bem

    Achei este texto em algum site por aí e tinha ele salvo no computador. 
    Ele faz referência, de uma forma engraçada, ao mau uso do nosso idioma:


1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.

2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.

5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??...então valeu!

9. Palavras de baixo calão podem transformar o seu texto numa m...

10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.